quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Bibliografia

Google Imagens

Power point de Microeconomia
http://www.youtube.com/watch?feature=endscreen&v=GlJ1GqnVBPg&NR=1
http://www.tvi24.iol.pt/economia/casas-de-luxo-casas-crise-imobiliario-moradias-vivendas/1394924-4058.html

http://economico.sapo.pt/noticias/nyse-desiste-de-lutar-por-fusao-com-bolsa-alema_137225.html






Conclusão


Com a criação deste portefólio concluímos que o “Bem Comum” que muitos colectivistas defendem serve mais como uma promessa vazia que permite livre acção e todo um conjunto de manipulações arbitrárias da sociedade pelo Estado do que um conjunto de propostas da aprovação da população. Por essa razão, conclui-se que uma estrutura de governo onde o poder seja disperso, limitado e temporário é a mais adequada para preservar ao cidadão o direito de ter seus próprios valores morais e efectuar seus julgamentos éticos sem a coerção do estado.
Os factores de produção são fundamentais para a economia mundial, nomeadamente o trabalho, conhecimento, recursos naturais e por ultimo capital.
Quanto aos recursos naturais estes são importantes para o bem estar da humanidade, ou seja devemos preservar ao máximo o ambiente, para no futuro termos uma vida mais saudável.
Para a criação de bens e serviços é sempre necessário o esforço humano e o conhecimento, ou seja para gerir riqueza.
Tudo isto é importante para aumentar  os factores de produção e estes devem ser bem geridos.

Nos Mercados da oferta e procura conseguimos ver a interligação entre eles, na medida em que a oferta e a procura devem estar em harmonia para que os consumidores não deixem de lado o produto em questão. Isso leva-nos a ter um equilíbrio no mercado quando as empresas conseguem encontrar o ponto de equilíbrio dentro desse mesmo mercado.
Por fim, com as  estruturas de mercado pode ser negativo mas também positivo no mercado de um país. Ela tanto pode causar um conflito entre duas partes, como também ser um bem para a sociedade. Porque quando há muito concorrentes num mercado acabam criando produtos diferenciados o que resultam num segmento próprio no mercado.


Aspectos Gerais da CM




Segundo o economista americano Edward Chamberlin o número de concorrentes é elevado quando existe a concorrência monopolista, mas os produtos destes concorrentes são diferenciados o que acaba criando um segmento próprio no mercado.

A diferenciação de produtos pode ocorrer por características físicas (composição química, potência, etc.), pela embalagem, e pelo esquema de promoção das vendas (publicidade, atendimento, fornecimento de brindes, manutenção, entre outros)

 



Europa tem que travar oligopólio das agências de rating


Castro Guerra, presidente do conselho de administração da Cimpor, defende que é previso rever o poder de domínio que as agências de ‘rating’ detêm actualmente.

"O rating é uma espécie de sinalização ao mercado sobre a forma como os economistas devem olhar para a economia portuguesa. Este último corte parece-me pouco sério. Não se pode brincar com coisas sérias. A Europa tem que rever isto. Apenas um oligopólio de três ou quatro empresas, todas elas americanas, a dominarem o mundo é qualquer coisa que tem de ser corrigido".
Sobre o impacto no grupo cimenteiro da recente classificação do rating da República para ‘lixo', o ‘chairman' da Cimpor defende que esta é das poucas, senão a unica empresa, cujo rating não foi penalizado". A justificação está na fraca exposição à economia nacional "Cerca de 70% dos seus resultados vêm de fora do país", sublinha.


A origem desta noticia e do Jornal Económico  Esta noticia refere-se à declaração do presidente do conselho de administração da Cimpor de que é preciso rever o poder de domínio que as agências de rating esta tendo na economia Portuguesa. Ele também refere que há um oligopólio de três ou quatro agências Americanas que estão a dominar o mundo.

NYSE desiste de lutar por fusão com bolsa alemã


Comissão Europeia diz que fusão resultaria num “quase monopólio” nos derivados. 

A decisão da Comissão Europeia (CE) de vetar a fusão entre NYSE Euronext e Deustche Boerse, conhecida ontem, veio confirmar um desfecho que o mercado já esperava. A justificação é que esta concentração iria criar um "quase monopólio" no mercado de derivados", tal como antecipado pelo Diário Económico, argumento que não convence os responsáveis das gestoras bolsistas, que estão a estudar um eventual recurso da decisão.
"Podemos vir a recorrer, ainda não decidimos", afirmou Dominique Cerutti, vice-presidente executivo do grupo NYSE Euronext, em declarações ao Económico. Os advogados estão a analisar o processo e a decisão, acrescentou, será tomada em breve. Contudo, tal "não irá alterar o resultado; se recorrermos não é para continuar com a fusão", porque o tempo está a passar e demoraria bastante até haver uma decisão, referiu Cerutti. "É para mostrar que tínhamos a razão do nosso lado", salientou.
O vice-presidente do grupo NYSE Euronext disse que a decisão da CE, apesar de não ser inesperada, foi "uma decepção", sobretudo para a Europa, considerando que "é uma enorme oportunidade histórica que se perde". 


A origem desta noticia e do Jornal Economico e refere-se à decisão da Comissão Europeia (CE) de vetar a fusão entre NYSE Euronext e Deustche Boerse. Esta vectação já era especulada anteriormente pelo mercado.

A justificação da Comissão Europeia era que esta fusão iria criar um monopólio no “mercado de derivados”.

Criando um monopólio iria controlar sozinho o mercado. Iria também definir utilitariamente.

 




Ponto de equilíbrio








Em Economia, diz-se que um mercado está em equilíbrio quando os participantes nesse mercado não têm qualquer razão para alterar o seu comportamento, pelo que não existe qualquer tendência para que a procura ou os preços desse mercado alterem.
Na imagem podemos ver a intersecção do preço com a quantidade que dá origem ao ponto de equilíbrio.

Mercado


“Em apenas dois anos, os preços das casas de luxo baixaram cerca de 30%. Ainda assim, há muita oferta e quase nenhuma procura. A crise no sector imobiliário também chegou a este segmento. Há autênticos palacetes, à venda por 2 ou três milhões de euros, que continuam à espera de comprador.
Mesmo com a redução dos preços, o mercado não animou. Até quem tem dinheiro para investir, pensa duas vezes. Estas casas, construídas longe da austeridade, estão agora vazias, à espera de melhores dias e sujeitas à desvalorização”

Podemos definir Mercado como o sistema através do qual compradores e vendedores negoceiam para determinarem os preços e as quantidades de mercado.
 O Mercado para qualquer bem consiste no conjunto de todos os compradores e vendedores desse bem. Há vários factores que influenciam a procura, tal como:
·         Preço dos bens
·         Variações do rendimento dos consumidores
·         Variações no gosto dos consumidores a procura  
A notícia ilustra-nos uma variação negativa da procura por outro motivo que não uma variação no preço, deve-se antes a uma diminuição dos rendimentos. Provocando, assim, graficamente uma deslocação da curva da procura.
Tal como referido anteriormente, mesmo após uma redução dos preços, o mercado neste sector não animou.

A Lei da Oferta e da Procura





A Lei da Oferta e da Procura, é a lei que estabelece a relação entre a demanda de um produto - isto é, a procura - e a quantidade que é oferecida, ou seja, a oferta.
A partir dela, é possível descrever o comportamento preponderante dos consumidores na aquisição de bens e serviços em determinados períodos, em função de quantidades e preços. Nos períodos em que a oferta de um determinado produto excede muito à procura, o seu preço tende a cair. Já em períodos nos quais a procura passa a superar a oferta, a tendência é o preço aumentar. Quanto a imagem, podemos dizer que quanto maior é a concorrência, maior será a influência do preço na procura.

Principal factor de produção


Esta imagem retratar uma sociedade em que o principal factor de produção é o conhecimento, a capacidade produtiva está dentro de cada indivíduo.
 Ainda, diferentemente de qualquer outro factor já utilizado, o conhecimento não se consome com o uso, mas, pelo contrário, se multiplica a cada interacção. Ou seja, o acesso ao principal factor de produção da actualidade não se dá pela concorrência, mas pela cooperação, e sua conservação não se dá pelo monopólio, mas pela disseminação. A economia que se estrutura sobre esse factor de produção, consequentemente, não é competitiva, entre os seus indivíduos, mas colaborativa.


Lixo ganha importância económica


03/09/2010
Reciclagem gera matéria-prima necessária para a indústria agregando valor aos seus benefícios ao meio ambiente.
A separação do lixo não traz benefícios apenas ao meio ambiente: a gestão dos resíduos passou a ser importante fonte de matéria-prima para a indústria. No cenário de escassez de recursos naturais, reciclar dá lucro.
O elemento químico índio, indispensável para a fabricação de telas planas e touch screens, é raro na natureza. Especialistas calculam que as reservas do elemento suprirão as necessidades de consumo por apenas mais seis a dez anos.
Também o petróleo, importante para o fornecimento de energia e base da indústria do plástico, deverá se esgotar nas próximas seis ou sete décadas. Outro recurso natural, o cobre, essencial para a fabricação de aparelhos eletrônicos, por exemplo, deverá também se extinguir nos próximos 30 anos.
“Precisamos entender que os recursos naturais são esgotáveis”, lembra Jörg Lacher, da Confederação Alemã de Matérias-Primas Secundárias e Eliminação de Resíduos. Essa realidade de recursos esgotáveis é perceptível no aumento dos preços das matérias-primas, cuja demanda cresce em função do desenvolvimento econômico de países emergentes, como a China e a Índia, por exemplo.
Neste contexto, o reaproveitamento da matéria-prima torna-se uma tarefa cada vez mais interessante. “Quando queimamos levianamente matérias-primas, principalmente onde elas ainda poderiam ser usadas, ou seja, recicladas, estamos sendo imediatistas, sem conduzirmos uma economia sustentável”, diz Lacher.



Lixo: recurso importante
No caso da Alemanha, país pobre em recursos naturais e grande exportador mundial de produtos industrializados, o reaproveitamento é imprescindível. Diante da oferta de recursos naturais cada vez mais escassa, fica claro não só para a Alemanha, mas para o mundo todo, que o lixo será o recurso mais importante no futuro.
Nas residências alemãs, a separação do lixo é feita cuidadosamente já há algumas décadas. Inicialmente ridicularizados, os contêineres de cores azul, amarelo, preto e verde ganharam espaço na Europa e no resto do mundo. O jornal velho, por exemplo, pode se transformar em papel novo; o lixo orgânico gera gás. Os detritos eletrônicos transformam-se em tesouros.
A empresa Remondis é uma das gigantes na gestão de resíduos. Sediada na cidade de Lünen, no oeste alemão, ela dispõe de instalações voltadas para a separação do lixo e localização de matérias-primas de valor.
Michael Schneider, assessor de imprensa da Remondis, diz que o lixo eletrônico é uma verdadeira mina de materiais. Aparelhos eletrônicos, computadores e teclados são feitos de diferentes materiais, conectados uns aos outros, como plástico, metal e metais preciosos.
“Esses materiais são triturados até que os componentes se desagregam uns dos outros. No fim desse processo, é possível ver como cada matéria-prima secundária, como o cobre, metais ferrosos e não-ferrosos, é borrifada sobre uma bandeja coletora, para depois seguir direto para a fusão na indústria do aço”, descreve Schneider.
(Fonte:Monika Lohmüller; Agência Deutsche Welle/ Mercado Ético).

A noticia acima menciona qual a importância da reciclagem para o meio ambiente, sendo este uma importante fonte de máteria- prima para a indústria. Os recursos esgotáveis é perceptível no aumento dos preços das matérias-primas, cuja demanda cresce em função do desenvolvimento econômico de países emergentes, como a China e a Índia, por exemplo.
Neste contexto, o reaproveitamento da matéria-prima torna-se uma tarefa cada vez mais interessante. Quando queimamos levianamente matérias-primas, principalmente onde elas ainda poderiam ser usadas, ou seja, recicladas, estamos sendo imediatistas, sem conduzirmos uma economia sustentável.
Em suma, a reciclagem é fundamental pois permite transformar materiais usados em novos produtos para consumo. Logo, a reciclagem mostra-se como uma solução viável do ponto de vista econômico, além de ser ambientalmente correta.


Factores de Produção



A imagem acima retrata os factores de produção, nomeadamente os recursos naturais, factor trabalho e o capital.
Recursos Naturais são os bens disponibilizados pela natureza são: terra, rios entre outros.
O trabalho é um dos factores mais importantes para produzir/gerar riqueza. O trabalho constitui todo o esforço humano com vista à criação de bens ou serviços.
O Capital é constituído pelos meios de produção, ou seja, o conjunto de elementos que indirectamente contribui para o processo produtivo, como por exemplo os edifícios, máquinas, ferramentas, matérias primas.
Em suma, o conhecimento, treino e capacidades das pessoas permitem a realização de trabalhos que contribuem para o aumento da produção.

Cuba, grande museu aberto dos anos 50


Este video mostra-nos as dificuldades pelas quais os cubanos têm de passar, como o regime fechado, a falta de liberdades civis e a economia congelada contrastam com a alegria natural do povo.
Assim, podemos ver o dia-a-dia numa actividade colectivista. Cuba, uma das economias colectivistas que ainda perduram. Lá tudo é racionado, contudo não há desnutrição infantil, os níveis da educação da população são elevados, por outro também existem desvantagens, as licenciaturas não são reconhecidas, como é o exemplo do jovem que tem o Curso de Engenheiro Mecânico ganha mais dinheiro a trabalhar como motorista de um táxi.

Vantagens e Desvantagens de Mercado

Aspectos de uma economia de mercado
Vantagens da economia de mercado
Desvantagens Economia de Mercado
Os produtores oferecem bens e serviços rentáveis e pelos e pelos quais há demanda.
As pessoas podem escolher consumir e produzir segundo suas preferências e disponibilidades.
Não oferecer produtos em situações onde o preço (valor de troca) é inferior aos custos de produção.
Pessoas podem comprar ou alugar Os fatores de produção desta forma converter-Se em produtores e oferecer bens e serviços pelo mercado.
O sistema de preços decide sobre a produção, não necessita de intervenção do Estado.
Imperfeições na concorrência devido a estruturas de mercado monopolizadas ou oligopolizadas.
As variações na demanda ou da oferta de bens provocam variações no preço dos bens. Os preços fazem o equilíbrio da oferta e da demanda.
Os indivíduos têm incentivos financeiros para atuar de forma produtiva. Se os produtores lançam no mercado o que os consumidores desejam, podem obter grandes lucros.
Incapacidade do mercado de promover uma perfeita alocação de recursos.
A demanda de bens e serviços determina sua oferta.
Incapacidade do mercado em promover sozinha uma justa distribuição de renda.



Na Economia Colectivista existem vantagens e desvantagens que atingem a população no dia-a-dia das formas mais variadas, pois existem mudanças positivas para o quotidiano e mudanças que estão tornando a vida de muita gente mais difícil. Numa economia colectivista o processo produtivo tem vantagens, pois para reduzir custos e baixar os preços, as empresas tiveram de produzir mais com menos gente, contudo teve um efeito negativo no desemprego.
Os preços são determinados pelo governo que subsidia bens essenciais. A repartição do lucro e dividida pelo governo e trabalhadores e administradores.

Desvantagens da Economia Coletivista



Friedrich Hayek, um economista, no qual recebeu o Prémio de Ciências Económicas em Memória de Alfred Nobel, defende que a nível mundial o coletivismo, ou seja, trabalhar, produzir e consumir juntos não será possível, e acaba por favorecer uma elite minoria. 




terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Introdução


No âmbito da disciplina de Microeconomia foi nos proposto a realização de um portefólio temático que engloba-se vários temas, sendo eles: economia colectivista, factores de produção, mercados: procura e oferta e características da estrutura de mercado.
Pode-se definir que uma economia colectivista são os bens de produção e consumo são igualmente distribuídos por cada membro da sociedade. O acto de “trabalhar e produzir para consumirmos juntos” é a principal característica do colectivismo. No colectivismo não pode existir liberdade individual num meio onde as acções de um homem são atingidas sobre as de outro. Assim, a expressão “bem comum” não se pode dizer que seja verdadeira, mas apenas um tratado de boas intenções.

Neste portefólio também retractamos os factores de produção nomeadamente, o capital, recursos naturais , o trabalho e conhecimento. Em relação Recursos Naturais estes são disponibilizados pela natureza. O Capital é constituído pelos meios de produção, ou seja, o conjunto de elementos que indirectamente contribui para o processo produtivo, como por exemplo os edifícios, máquinas, ferramentas, matérias –primas sendo este feito através do esforço humano e do conhecimento gerindo riqueza. Uma outra noticia retracta os recursos naturais nomeadamente a reciclagem, sendo esta fundamental em transformar materiais usados em novos produtos para consumo. Por fim, o conhecimento e a capacidade produtiva está dentro de cada indivíduo.
No seguimento deste blog também vamos abordar os temas da lei da oferta e da procura (é a lei que estabelece a relação entre a demanda de um produto - isto é, a procura - e a quantidade que é oferecida, ou seja, a oferta), A partir dela, é possível descrever o comportamento preponderante dos consumidores; do mercado que é o sistema através do qual compradores e vendedores negoceiam para determinarem os preços e as quantidades de mercado bem como do ponto de equilíbrio entre a oferta e a procura, relacionando-a com o mercado, uma vez que se diz que este está em equilíbrio quando os participantes não têm qualquer razão para alterar o seu comportamento.
Por último, iremos abordar as características das estruturas de mercado, nomeadamente no mercado monopólio que refere-se à decisão da Comissão Europeia (CE) de vetar a fusão entre NYSE Euronext e Deustche Boerse, no mercado oligopólio que refere-se à declaração do presidente do conselho de administração da Cimpor de que é preciso rever o poder de domínio que as agências de rating esta tendo na economia Portuguesa e na concorrência monopolista que acaba criando um segmento próprio no mercado.